terça-feira, 9 de março de 2010

Miniconto 78* - Buquê eterno

Diariamente sentava-se ali, com as flores firmemente presas aos braços, esperando que qual mulher que se chamasse Luna Cervantes da Rocha pudesse aceitá-las.

1 comentários:

Sylvio de Alencar. disse...

Tem sempre uma parte da gente que nasceu para, eternamente, esperar...

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